Endoscopia Digestiva Alta

A endoscopia permite o exame das paredes da parte superior de seu aparelho digestivo, o que inclui o esôfago, o estômago e o duodeno (primeira parte do intestino delgado). O aparelho usado para o exame é um tubo fino e flexível – o endoscópio, que permite ao médico observar as imagens em um monitor de vídeo. Utilizamos tecnologia FICE Fujinon, em nossos exames, que além da alta definição, exibe 11 filtros de luzes diferentes para incidir sobre a mucosa ajudando no realce de vasos sanguineos e áreas suspeitas, o que também pode se chamar cromoscopia digital. Algumas doenças já possuem classificação que leva em consideração a tecnologia FICE para seu diagnostico. Nem todos os aparelhos e consultórios estão equipados com tecnologia FICE. Utilizamos em tubo digestivo alto e baixo.

Doenças Relacionadas

A endoscopia ajuda seu médico a definir a causa de sintomas como dor em abdome superior, náusea, vômitos, dificuldade para engolir, entre outros. É também um excelente método para a investigação de sangramentos digestivos. Gastrites e úlceras são exemplos de doenças facilmente diagnosticadas pela endoscopia. Seu médico pode também usar a endoscopia para obter biópsias (pequenos fragmentos de tecido) que servem para distinguir entre lesões benignas ou malignas. Aliás, é bom lembrar que biópsias são tomadas para várias finalidades e o médico pode realizá-las mesmo sem a suspeita de doença maligna.

Colonoscopia

Colonoscopia é um exame que permite a visualização direta do interior do reto, cólon e parte do íleo terminal através de um tubo flexível introduzido pelo ânus, contendo em sua extremidade um chip que transmite imagens coloridas, para um monitor. Tecnologia FICE (ver descrição no item endoscopia).

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Geralmente o exame é realizado em regime ambulatorial, sem necessidade de internação, durando de 20 a 30 minutos. Além de seu potencial diagnóstico direto, a colonoscopia também permite realizar biópsias da mucosa, corrigir pequenos sangramentos e retirar eventuais pólipos intestinais. Geralmente é aplicada uma sedação nos serviços que não dispõe de anestesista ou mesmo anestesia geral na veia e superficial apenas nos serviços que dispõe deste profissional o que é muito mais seguro para o paciente.

Manometria esofágica e anorretal de perfusão e de alta resolução

Exames realizados para diagnosticar doenças motoras do esôfago e ânus. São utilizadas sondas perfuradas e preenchidas com água, ligadas a um perfusor eletrônico e um polígrafo que interpreta as pressões de cada centímetro do esôfago por onde a sonda foi introduzida. O exame tem que ser feito acordado e sem sedação para não interferir com as pressões.

Doenças Relacionadas

Servem ao diagnostico de doenças que dificultam ou impedem engolir, como Acalásia , doença de chagas do esôfago, esôfago em quebra nozes, espasmo esofagiano difuso etc. É de grande ajuda no diagnóstico diferencial entre a dor torácica de origem cardiológica ou esofágica.

Retosigmoidoscopia

A retossigmoidoscopia é um exame endoscópico que permite a visualização do interior da parte final do intestino grosso (reto e sigmóide) e o ânus.Na extremidade final desse tubo existe um chip que transmite, para um monitor colorido, as imagens do exame.

Phmetria esofágica de 24 horas (1 e 2 canais)

É o exame de certeza para se diagnosticar o refluxo ácido no esôfago. Usamos uma sonda com 2 sensores inferior e superior, que detecta se o ácido sai do estômago para o esôfago inferior e ainda se atinge a garganta ou esôfago superior. Utilizamos para isso uma sonda muito fina, que é introduzida no nariz, e o individuo vai para casa com ela ligada a um contador (phmetro) na cintura, que registra os episódios de refluxo , se houver, nas 24 horas que o indivíduo fica com a sonda. O individuo deve se alimentar e ter vida normal nestas 24 horas para se ter um resultado verdadeiro.

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De fato é o exame que detecta se o incômodo do paciente de fato vem do refluxo ácido ou não. Muitas queixas são atribuídas ao refluxo, sem de fato terem seu diagnóstico de certeza. A endoscopia não vê o refluxo, ela apenas detecta inflamações que podem vir do refluxo. E assim presume se que seja refluxo. Mas o refluxo em si ela não detecta. Logo a ph é um exame inovador, com resultados importantes que vão refletir no tratamento dos pacientes, pois pode mudar completamente a conduta, caso o exame seja negativo para refluxo ácido.

Impedâncio-Phmetria

É um exame muito semelhante a Phmetria no entanto com custo superior pois a sonda tem uma sensibilidade para o diagnóstico do refluxo não ácido e outros movimentos de gases no interior do esofago levando a um ganho de 30 por cento em diagnóstico em comparação a Phmetria.

Testes respiratórios de Hidrogênio Expirado para Deficiências Enzimáticas (intolerância a glicose, frutose e lactose, sorbitol)

Avaliam a microbiota intestinal, e detectam supercrescimentos bacterianos, que geram sintomas como empanzinamento, gases, flatulência, dores abdominais, náuseas, recorrentes e relacionados a alimentação. E tem como tratamento o uso de FODMAPS (dieta com restrição seletiva, lema atual e uso de probióticos).

Gastrostomias para alimentação e descompressivas

Gastrostomia e jejunostomia (enterostomia) é um procedimento cirúrgico para a fixação de uma sonda alimentar.

Um orifício artificial é criado na altura do estômago (gastrostomia) ou na altura do jejuno (jejunostomia). Este orifício cria uma ligação direta do meio externo com o meio interno do paciente, através do exame endoscópico e acessórios próprios para a técnica fabricados por empresa especializada nestes kits.

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A cirurgia é realizada em pacientes que perderam, temporária ou definitivamente, a capacidade de deglutir os alimentos, tanto em conseqüência de lesões cerebrais graves ou transtornos do trato gastrointestinal superior. O procedimento cirúrgico só é recomendado quando há a necessidade de alimentação por longo prazo, ao menos 3 a 10 anos, quando o paciente necessita de alimentação por curtos períodos, a alimentação naso/enteral ou naso/gástrica, é a mais recomendada.

Cromoscopia com corantes Indigo, Carmin, Lugol, Nanquim (tatoo) e Azul metileno

O uso de corantes na prática clinica é de fácil acesso, baixo custo e aumenta significativamente a qualidade do exame do ponto de vista diagnóstico e terapêutico.

  1. Corantes de absorção ou vitais (azul de metileno, violeta de genciana, lugol)
  2. Corantes de contraste (índigo carmin)
  3. Corantes químicos ou reativos (vermelho-congo, ácido acético)
  4. Corantes permanentes (tatuagem).

Doenças Relacionadas

  • Realça o relevo e depressões de lesões
  • Melhora o estudo da citoarquitetura das lesões
  • Direciona locais para biópsia em suspeita de câncer
  • Podemos ainda marcar uma lesão com nanquim para posterior re examinação anos após, assim evitando que ela se perca e não seja mais achada num intestino imenso, cheio de curvas.

Hemostasias (Método injeção, Argom, Hemoclipes)

Hemostasia é o ato de cessar um sangramento seja por método de injeção de substancias, ou grampeamento com clipes ou ainda uso de spray de gás argônio (plasma de argônio)

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Todos estes itens são disponíveis em nosso serviço e escolhemos o melhor para cada caso, e o custo é diferente para cada técnica.

Biopsia (Histopatologia) e Escovado (citologia)

O diagnóstico de muitas dessas doenças depende frequentemente de exames de laboratório de amostras de tecidos retirados da camada mucosa. Essas amostras da mucosa são retiradas através do exame de endoscopia. É o que chamamos de “biópsias endoscópicas gastrointestinais”. O médico patologista é o responsável pelo exame dessas biópsias . O exame destes fragmentos de biopsias se chama Histopatologia. Já o escovado é quando em vez de retirarmos framentos, utilizamos uma escova para friccionar a região fazendo que se soltem milhares de células e enviando as para estudo pelo patologista também realizar o exame de citologia.

Doenças Relacionadas

Na área médica a importância desta camada mucosa deriva do grande número de doenças que aí ocorrem, por exemplo: esofagite de refluxo, gastrite, úlcera do estômago, úlcera duodenal, câncer do estômago, câncer do intestino, etc. Alguns tumores são melhor estudados por escovados, já que se escondem em camadas mais profundas ou mesmo em áreas onde a pinça não penetra.

Pesquisa de Helicobater pylori por uréase e histopatologia

O diagnóstico da infecção pode ser feito no exame durante o exame endoscópico do estomago, onde a pesquisa do H.pylori pode ser realizada somente pelo teste da urease, através de biopsias e resultado rápido no momento do exame Já quando é feita uma biopsia e enviada para o laboratório além de se pesquisar a bactéria também se estuda as células retiradas. Simples gastrites basta a pesquisa de urease. Ainda raramente podemos fazer biopsias para se enviar o fragmento para cultura de bactéria, principalmente quando se trata de uma bactéria Hp resistente, e este método é raramente solicitado e de custo superior.

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Devido à facilidade, rapidez, baixo custo e eficiência, o teste da urease pode ser considerado o recurso mais importante dos endoscopistas para o diagnóstico da presença do H. pylori, na prática diária. O fragmento da mucosa gástrica é colocado em frasco contendo uréia e vermelho fenol como indicador de pH. Graças à grande produção da enzima urease pelo H. pylori a uréia é desdobrada em CO2 e amônia, aumentando o pH e mudando a cor da solução de amarela para avermelhada. O teste é considerado positivo quando a mudança de cor aparece em até 24 hs. Atualmente temos testes rápidos com resultado entre 5 e 60 minutos.

Passagens de Sonda por Endoscopia

Através do canal de biopsia do aparelho guiamos com a pinça uma sonda pelo interior do tubo digestivo posicionando onde ela se faz necessária.

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Servem a alimentação e descompressão também em caso de acúmulos de liquidos ou alimentos não digeridos que não podem ser eliminados (estase).

Polipectomias de esôfago, estômago, duodeno e cólon

A polipectomia é a remoção completa de um pólipo permitindo assim o diagnóstico exato e muitas vezes a cura do próprio problema. Existem várias técnicas para a realização do procedimento que dependem do tamanho e do tipo de pólipo a ser ressecado.

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Pólipos são crescimentos na parede interna do tubo digestivo em órgãos como o esôfago, estômago, duodeno e cólon. O cólon e o reto são partes do intestino grosso.
Se não forem removidos cedo, alguns pólipos podem se tornar cancerosos. Se pólipos cancerosos não são tratados, eles são uma ameaça à vida. Porém mesmo sendo canceroso, se for ressecado precocemente e se este não estiver muito infiltrado, a simples retirada do pólipo pode resolver o problema.

Dilatação de estenoses benignas e malignas

Dilatação do esôfago é a técnica utilizada para abrir (dilatar) uma parte bloqueada ou estreitada do esôfago ou mesmo outros órgãos como intestino e estômago. Este procedimento é usado quando uma parte do órgão tornou-se tão estreita que se torna difícil, ou mesmo impossível e doloroso para engolir ou permitir o transito de alimentos e fezes.

Esta é geralmente uma forma delicada e que envolve algum risco de tratamento porém se não for bem sucedida, uma cirurgia pode ser necessária . A cirurgia é uma forma muito mais extensa de tratamento, com um tempo de recuperação mais longo.

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Inflamação da parte inferior do esôfago. Isto acontece geralmente pela exposição constante da parte inferior do esôfago ao ácido que retorna a partir do estômago. Com o tempo, isso causa cicatrizes e estreitamento do esôfago inferior.
Anel Schatzki é um fino anel benigno (não-cancerosos) de tecido fibroso que contrai o esôfago inferior. A razão para isto não é bem conhecida.

Acalasia é uma alteração da inervação da parte final do esôfago e do esfíncter esofágico inferior. O esfíncter esofágico inferior é uma zona de alta eletricidade entre o esôfago e o estômago que relaxa para permitir que o alimento passe para dentro do estômago. Depois de deixar o alimento passar, este contrai para manter a comida no estômago. Esta alteração da inervação pode ser congênita (presente desde o nascimento) ou adquirida pela Doença de Chagas. Isto pode causar contrações irregulares da parte inferior do músculo esofágico fazendo com que o esfíncter não se abra e assim não permitindo que alimentos e líquidos passem. O resultado é um bloqueio persistente da passagem do conteúdo esofágico para o interior do estômago.

Estenoses podem acontecer pela ingestão de substâncias que danificam o esôfago. Alguns exemplos são os ácidos ou bases, tais como soda cáustica. Estes tipos podem ocorrer de forma semelhante no estômago principalmente no piloro, onde este pode se estreitar por tumores ou inflamações necessitando dilatações.

Tumores, sejam benignos (não cancerosos) e malignos (cancerosos) também podem bloquear o esôfago, como também o piloro e o intestino deltado e grosso necessitando dilatações. São técnicas delicadas, sofisticadas, para cada uma existe um tipo de dilatador diferente, com custo e performance diferentes.

Colocação de próteses em neoplasia, de esôfago, estômago e intestino estáticas e autoexpansíveis

Tumores destes órgãos podem estreitar completamente a passagem de alimentos ou fezes necessitando uma dilatação e posterior colcação de próteses plásticas ou metálicas, para que a passagem permaneça aberta.

Doenças Relacionadas

Tumores malignos do tubo digestivo e doenças benignas selecionadas. Para cada tipo existe um tipo de prótese geralmente de custo elevado, todas importadas, e de técnica de inserção sofisticada, delicada, com margem de risco e necessitando expertise do médico.

Dilatação pneumáticas com balões e com ogivas (velas)

A dilatação esofágica é um procedimento que permite o seu médico a dilatar uma área estreita do seu esôfago. Os médicos podem utilizar varias técnicas para este procedimento, o seu medico pode realizar este procedimento como parte de uma endoscopia com sedativos. Um método alternativo é o seu médico aplicar uma anestesia local na parte posterior da garganta e depois passar um dilatador pela boca ate o esôfago. Dilatações pneumáticas também servem em casos selecionados para outros órgãos do tubo digestivo. Velas ou ogivas são sondas de calibre progressivamente mais grossos, de silicone semi rígidas. Já as pneumáticas são utilizados balões de tamanho variados, preenchidos com ar ou água, para abrir determinados estreitamentos. Durante muito tempo foram utilizados apenas na Acalásia , doença benigna do esôfago e depois extendidos para outros órgãos e doenças.

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A causa mais comum do estreitamento do esôfago é a cicatrização do esôfago devido ao refluxo de ácidos em pacientes com acidez estomacal. O paciente que tem uma parte do esôfago estreita tem problemas para engolir, sentem que a comida fica presa, causando dor. As causas menos comuns do estreitamento esofágico são as membranas ou anéis (que são finas capas de tecido), câncer de esôfago, cicatrização depois de um tratamento de radiação ou uma desordem motora como a Acalásia.

Mas outros órgãos e também tumores podem ser dilatados por este método. Os dilatadores de silicone geralmente são do tipo Savary, onde sondas de calibre variados em medida francesa FR, são introduzidos progressivamente de 9 mm até 2 cm. Os balões existem diversos Rigiflex, Witzel, etc.

Esclerose de varizes / Ligadura elástica de varizes de esôfago

Esclerose quer dizer tratamento das varizes por método de injeção de substancias que secam as varizes. Já a ligadura é o tratamento pelo método de laquear as varizes por uma argola de elástica estrangulando-a.

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O custo das ligaduras é superior ao da injeção, por utilizar kit importado para realização da laqueadura da variz, secando a consequentemente. Sendo assim ela desaparece temporária ou definitivamente evitando hemorragias e morte.

Mucosectomias, Macrobiopsias e Strip biopsy

São retiradas de lesão suspeitas da mucosa, de preferência , de forma integral sem deixar qualquer resíduo. Já a macrobiopia ou strip biopsy são técnicas de retirar grandes fragmentos para estudo quando as biopsias com pinça não fornecem amostras de tamanho suficientes.

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Procedimentos delicados, de risco, com custo maior por envolver pinças e alças especiais, além de correntes elétricas, de bisturi cada vez mais inteligentes, eletrônicos, que utilizam corrente pulsada, entre corte e coagulação, para evitar sangraemntos e ao mesmo tempo evitar grandes áreas queimadas que podem levar a perfuração.

Seguimento endoscópico de lesões indicadas

Utilizamos a expertise do médico com formação especial e aprofundada em câncer para através de um exame diagnostico rotineiro, seguir no decorrer dos anos ou meses, observando uma lesão e a biopsiando se necessário evitando a progressão para câncer, que poderia passar desapercebida de outra forma.

Doenças Relacionadas

Utilizamos geralmente após um primeiro exame onde já foi detectado uma lesão suspeita, cujo resultado foi benigno mas merece seguimento. Pode ser em qualquer lugar do tubo digestivo.

Gastroenterologia clínica

Consultas na especialidade que cuida do tubo digestivo da boca ao ânus, incluindo órgãos acessórios com fígado, vesícula e pâncreas. É importante ressaltar que cirurgião não é gastroenterologista. Cirurgião pode ser especialista nas doenças digestivas de tratamento cirúrgico. E pode ter bom conhecimento também das doenças clínicas. Mas Gastroenterologista é o profissional que é expert nas doenças clínicas do tubo digestivo e portanto capacitado para melhor orientar o paciente diante de sua doença e que tratamento institituir, até mesmo indicando uma cirurgia.

Atendimento a pacientes internados a título de pareceres

Em pacientes internados em serviços onde não existe gastroenterologista ou endoscopista podemos atender, mediante solicitação de parecer do médico do hospital onde o indíviduo está internado.

Doenças Relacionadas

Em caso de exame existe um custo elevado pelo transporte de aparelhagem mas que pode ser considerado benéfico quando não existe no hospital o profissional em questão. Ainda atendemos no consultório doentes que vem de hospitais, mesmo de maca em ambulância pois possuímos todas as condições necessárias para isso, como por ex elevador para maca, central de gases no consultório, equipe de enfermagem, anestesista e suporte avançado de vida.